Sua instituição de ensino está realmente segura do ponto de vista elétrico?

Instituições de ensino são ambientes que concentram diariamente um grande número de pessoas — alunos, professores, colaboradores e visitantes. São espaços de formação, desenvolvimento e construção de futuro. Justamente por isso, precisam oferecer não apenas qualidade pedagógica, mas também segurança estrutural plena.

Entre todos os sistemas que compõem a infraestrutura de uma edificação escolar, a instalação elétrica é um dos mais críticos — e, paradoxalmente, um dos menos percebidos. Quando tudo funciona, ela passa despercebida. No entanto, quando falha, as consequências podem ser graves: interrupção das atividades, danos patrimoniais, riscos à integridade física e responsabilização civil da gestão.

Laudo técnico elétrico: diagnóstico e conformidade

A segurança elétrica começa pelo diagnóstico técnico adequado. O laudo elétrico não deve ser encarado como mera formalidade documental, mas como instrumento essencial de avaliação das condições reais da instalação.

Por meio dele, analisam-se a conformidade com normas técnicas vigentes, como a NBR 5410 e a NR 10, o estado dos sistemas de proteção, o dimensionamento de circuitos, a capacidade instalada frente à demanda atual, as condições de aterramento e potenciais riscos de sobrecarga ou aquecimento. A ausência de laudo atualizado representa não apenas vulnerabilidade técnica, mas também exposição jurídica em caso de ocorrência.

Quadros elétricos e subestações: pontos críticos da infraestrutura

Os quadros elétricos constituem o núcleo da distribuição de energia da instituição. Com o crescimento das demandas — climatização, laboratórios, equipamentos de informática e sistemas audiovisuais — é comum que ampliações sejam realizadas ao longo dos anos. Quando essas expansões não são acompanhadas por readequação técnica, surgem situações como disjuntores subdimensionados, barramentos sobrecarregados, conexões inadequadas e falta de identificação, fatores que elevam significativamente o risco de falhas e princípios de incêndio.

Em instituições de médio e grande porte, a presença de subestação de energia amplia ainda mais o nível de responsabilidade técnica. A operação em média tensão exige manutenção preventiva periódica, ensaios elétricos, inspeções termográficas, análise de sistemas de proteção e prontuário técnico devidamente atualizado, com emissão de ART por profissional habilitado. Uma falha nesse ponto pode resultar na paralisação total das atividades acadêmicas e em prejuízos financeiros relevantes.

SPDA: proteção contra descargas atmosféricas

Outro aspecto fundamental é o Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA). Edificações escolares, muitas vezes amplas e com grande circulação de pessoas, devem possuir sistema devidamente dimensionado e em conformidade com a NBR 5419.

Inspeções periódicas, medições de aterramento e laudos atualizados são indispensáveis para garantir que o sistema cumpra sua função de proteção à vida e ao patrimônio, reduzindo riscos decorrentes de descargas atmosféricas e surtos elétricos.

Manutenção preventiva como decisão estratégica

A manutenção preventiva não deve ser tratada como custo eventual, mas como parte integrante da gestão institucional. Trata-se de uma decisão estratégica que preserva vidas, assegura continuidade operacional e protege a reputação da organização.

Na G2 Energia, atuamos de forma estruturada e responsável na área de engenharia elétrica aplicada a edificações críticas. Desenvolvemos projetos elétricos, elaboramos laudos técnicos com emissão de ART, executamos manutenção preventiva de quadros e subestações, realizamos inspeções e regularizações de SPDA e estruturamos a gestão técnica da infraestrutura elétrica.

Nosso compromisso é oferecer às instituições de ensino segurança, conformidade normativa e tranquilidade operacional — porque ambientes de aprendizagem devem ser sustentados por uma base técnica sólida e confiável.

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