O Caso Santa Maria (RS): quando a “gambiarra” na recarga de carro elétrico vira perigo real

A expansão da mobilidade elétrica no Brasil é uma realidade irreversível. Cada vez mais condutores aderem a veículos elétricos pela eficiência, economia e sustentabilidade. Porém, junto com esse crescimento, vemos surgir um problema silencioso: instalações improvisadas e recargas feitas sem qualquer observância técnica.

Foi exatamente isso que aconteceu em Santa Maria (RS), quando um veículo elétrico pegou fogo após uma recarga improvisada baseada em extensões domésticas e ausência total de critérios técnicos. O episódio rapidamente ganhou destaque nacional — e trouxe à tona uma discussão urgente: mobilidade elétrica segura começa na infraestrutura, não no carro.

O que realmente aconteceu em Santa Maria (RS)

O incêndio ocorreu porque o proprietário utilizou uma estrutura totalmente inadequada para carregar o veículo elétrico: tomada residencial comum, extensão improvisada, carregador portátil deixado dentro do carro, ausência de circuito dedicado e provável sobreaquecimento dos cabos. Em resumo, uma gambiarra completa — exatamente o cenário contra o qual profissionais de engenharia e instalação especializada alertam há anos.

As análises iniciais indicam que não houve falha na bateria do veículo, e sim na infraestrutura elétrica usada, projetada para cargas leves e incapaz de suportar a demanda de um carregador. O caso ganhou repercussão nacional porque desmonta o mito de que “carro elétrico pega fogo”: o problema não estava no carro, mas na irresponsabilidade da instalação.

A “gambiarra” e por que ela é tão perigosa

No Brasil, a cultura do “dá-se um jeito” ainda é comum — mas, quando o assunto é energia elétrica, improvisar pode ter consequências sérias. Instalações mal feitas geram sobreaquecimento de cabos, quedas de tensão, picos de corrente, falhas de contato, risco de incêndio e até danos ao veículo e à rede, além da perda de garantia. A recarga de um carro elétrico não é simplesmente “ligar na tomada”: esses veículos exigem correntes elevadas por longos períodos, e qualquer tomada inadequada vira uma fonte de calor capaz de causar acidentes.

O caso de Santa Maria mostrou exatamente isso: uma gambiarra se transformou em um prejuízo gigantesco. Por isso, normas técnicas específicas existem — e devem ser seguidas — para garantir segurança, eficiência e proteção tanto para o usuário quanto para o equipamento. Ignorar essas normas é assumir riscos desnecessários.

Principais normas aplicáveis:

Diversas normas técnicas regulam a recarga de veículos elétricos no Brasil — como a NBR 17019, NBR 5410, NBR IEC 61851 e a NR-10 — e todas reforçam princípios fundamentais de segurança e conformidade nas instalações. Essas normas existem para proteger usuários, equipamentos e edificações.

De forma geral, elas estabelecem que a recarga deve ser feita em um circuito exclusivo, devidamente projetado, calculado, protegido e documentado por um profissional habilitado. Ou seja, nada de extensões, tomadas comuns ou improvisos conectados a circuitos já sobrecarregados.

A orientação técnica e legal é clara: recarga elétrica exige uma infraestrutura específica. Ignorar isso e recorrer a gambiarras representa risco direto à segurança das pessoas e ao patrimônio.

Como a G2 Mobility impede que casos como o de Santa Maria se repitam

A G2 Energia criou a solução G2 Mobility justamente para evitar tragédias como essa.

O que entregamos:

1. Análise de carga
Realizamos uma análise completa da carga do condomínio ou residência, identificando a capacidade da instalação, a disponibilidade do quadro, possíveis sobrecargas e caminhos seguros para expansão. Essa etapa garante que toda a infraestrutura esteja preparada para receber o ponto de recarga com segurança e sem risco ao sistema existente.

2. Projeto técnico
Elaboramos um projeto técnico com ART, assinado por engenheiros e seguindo rigorosamente as normas NBR e NR. Isso assegura rastreabilidade, segurança e conformidade legal. O projeto define um circuito exclusivo para o carregador, com cabos dimensionados, proteção adequada, DPS/DR, eletrocalhas e quadro dedicado quando necessário.

3. Execução
A instalação é feita com padrões industriais: sem gambiarras, sem adaptações perigosas e sem improvisos. Inclui orientação ao síndico e ao condomínio, além de toda a documentação e laudos necessários para garantir segurança e padronização entre moradores. A solução é escalável para 1, 5 ou 40 carregadores, mantendo sempre gestão adequada de carga e segurança.

A mobilidade elétrica é segura — o perigo está na improvisação

O caso de Santa Maria não é culpa da tecnologia, e sim da ausência de engenharia.

O carro elétrico não é o vilão.

O carregador também não é o vilão.

O problema foi a gambiarra — a mesma que a G2 Mobility combate todos os dias com engenharia séria, normas, ART e instalações seguras.

Sobre a G2 Energia

Se você quer implementar recarga elétrica com segurança — seja no seu condomínio, empresa ou residência — conte com a G2 Energia.

Com sede em Belo Horizonte, a G2 Energia é referência em projetos de infraestrutura elétrica, gestão de energia e soluções de mobilidade elétrica em todo o Brasil.

Se a sua empresa ou condomínio está se preparando para oferecer pontos de recarga veicular, fale com a G2 Energia e descubra como implementar uma solução completa, segura e personalizada para o seu espaço.

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